segunda-feira, 23 de julho de 2012

Tudo que permanecia guardado, hoje já não existe mais.
Dilacerado, todo o meu amor em pó se transformou.
E as cinzas do pó derramado, que foram ao chão, mostraram apenas que o tal do amor, era mera ilusão.

Nada mais tende a importar...
Além de uma profunda tristeza continua que torna a pairar, com a natureza desta dor aumentar... Onde a única certeza é de um dia passar!
De meu amor, que já não mais é como as flores de algodão.

Que detença a ficar podre, impregnado sobre o chão! Negro, imundo e escuro chão.
O chão das cinzas de outono, feito flores de algodão... Só existirá em lembranças tristes e em um nostálgico coração.

domingo, 22 de julho de 2012

Acreditar na mais convincente mentira...? ( Breve sarcasmo)
Repugnante!
Presenciar o ato mais porco de um ser talvez Amado: A mentira, a falsidade e a traição, todos eles desconjuntados, mas de uma só forma e em uma só explicação... A dor.

Nos olhos do falso homem que interpreta em seu palco, as ilusões distorcidas de uma mente imunda e calada.
Seus pensamentos sem base e as vezes sem nenhum fundamento, mostram sua personalidade parasitando, a procura de mais uma vítima para satisfazer seu cruel desejo de zombar.
É sinceramente, quase que imperdoável para si. Intolerável, para o homem burro que é passado para trás, como um asno com alguma deficiência anomalica, ou até um mero humano acéfalo, de pensamentos fracos e sentimentos a transparecer.
Em seu solitário coração, a mais sensível fraqueza.

Mas por que a alma precisa se convencer de que ainda há esperança?

Em meu peito vazio e coberto pela terrível solidão.
Das madrugadas insanas e tenebrosas.
Em noites como esta! Minha inspiração vasta e ao mesmo tempo...

Finda-se. Como a luz, tomando a escuridão sem a mesma o perceber.

sábado, 21 de julho de 2012

Extasiadas pelo Desejo.
Só o Prazer nos satisfaz.
Nossos profundos Lábios...
Transbordam o néctar do prazer.
Onde nossas almas excitadas penumbram a gemer.
Chamando nossos nomes.

Ao gozar sobre nossos corpos elétricos.
Nossos nervos enrijecidos...
...Fervendo, em chamas pelo chão.

Onde andam nossos seios, nossas pernas e nossas mãos...?
Vocês nunca compreenderão a verdadeira sabedoria. Aquela, que dispensa qualquer raciocínio ou lógica... A do sentir.

Nunca sentirão a dor penetrar em seus corações cheios de egoismo, transparência e razão. Pois as lágrimas dispensam estas.

Nunca saberão do vazio, o vazio da alma, o vazio que nunca será preenchido... Porque no fundo, vocês, seus covardes, estão sós. Estão todos completamente sós, cobertos de solidão.

E no final... Só no final sentirão, que o arrependimento de não ter vivido será eterno, pois ao invés de viver, implantaram uma mascara, a mascara da covardia.

Mas seus tristonhos olhos, cheios de esperança por uma resposta, jamais conseguirão esconder. E saibam que a resposta, essa que vocês tanto esperam... Nunca será o bastante.

Deixem! Deixem as lágrimas caírem, deixem a melancolia engolir-lhes.


E sintam! Sintam a verdadeira sabedoria, a do sentir.

Gozem! Gozem da vida, mas sem lógica ou sem razão, apenas gozem.

E antes que seja tarde demais... Sintam!